Ah, pois é, fumar em espaços fechados vai passar a ser proibido. Inclusive, fumar em locais de diversão, nomeadamente bares e discotecas, não será permitido. E como o fumo de um cigarro é, por natureza, factor denunciante da actividade ilicita, terão que se manter abstinentes do saboroso "prego" ou começar a frequentar estabelecimentos com zonas ao ar livre.
Há ainda uma outra solução, talvez mais dramática, mas também possivel.
Nas poucas exepções previstas pela dita lei, existem, entre elas, as «áreas exclusivamente destinadas a pacientes fumadores em hospitais psiquiátricos, serviços, centros de tratamento e reabilitação e unidades de internamento de toxicodependentes e de alcoólicos». Estão previstas também a criação areas «nos estabelecimentos prisionais, unidades de alojamento, em celas ou camaratas, para reclusos fumadores».
Ou seja, se desejar ser um privilegiado, no que toca aos fumadores, pode sempre cometer um crime e pedir "casa" num estabelecimento prisional com espaço para fumadores, tornar-se drogado e/ou alcoólico ou, simplesmente, passar a ser maluco. Bem, com estas restrições e proibições a que nos sujeitam frequentemente e, cada vez mais, em quantidade, não será muito dificil dar de caras com um estado de loucura e alucinação.
Só tenho uma dúvida... teremos novamente um "Eliot Ness" a perseguir-nos pelos cafés e bares, desmontando as redes de fumadores pelo submundo do crime?
02 maio, 2007
27 março, 2007
Os Grandes Portugueses
Definitivamente polémico. Assunto que, certamente, daria para longas horas de discussão numa mesa de café. Por vários dias!
São tantos os portugueses, com os seus defeitos e atributos, que se torna quase impossível chegar a um acordo.
Mas pode-se chegar a uma opinião maioritária. Tal como aconteceu.
No passado Domingo, dia 25 de Março, no programa “Os Grandes Portugueses”, os telespectadores da RTP escolheram, entre 10 finalistas, António de Oliveira Salazar como o português de “todos nós”.
Justo? Ou injusto? São tantas as opiniões favoráveis, contraditórias ou, simplesmente, com a intenção de manifestar posições actuais, que se torna difícil chegar a uma conclusão inequívoca.
Certo e inequivoco são os 41% que deram a vitória ao estadista. Sim, a mesma personalidade, que se hoje existisse, não permitiria que alguém se desse ao desplante de pegar no telefone e desse a sua opinião sobre coisa alguma, muito menos sobre este assunto. E se o permitisse, então por alguma obra do acaso esses resultados nunca seriam menores de 90%, se não 99,9%.
Discutivel, claro. Razões e argumentos não faltarão para analisar tanto a votação como a elaboração deste "sufrágio". Porque podia haver mais.
Porque aparece o politico Álvaro Cunhal como o principal opositor ao regime salazarista, ao invés de, por exemplo, Humberto Delgado, o general sem medo? Politico que combateu ferozmente o Estado Novo, pagando com isso a própria vida.
Porque aparece D. Afonso Henriques, primeiro Rei de Portugal ao invés de Viriato?
Talvez porque o lusitano guerreiro não chegou a ser português. Não é justificação.
Tanto quanto sabemos, o primeiro Rei de Portugal não é filho de português e quando nasceu em Guimarães, este pertencia a um condado do reino de Leão e Castela. Nasceu espanhol e não sei como se processava, na altura, as duplas nacionalidades.
Não interessa muito quem está ou quem deveria estar. É resultado de uma votação e escolhas sem critério científico ou demagógico. É um concurso de televisão.
Porque, rigorosamente, o Grande Português somos todos nós. São todos os que nos antecederam e todos os que estão ainda por vir. É grande aquele que correu à frente da espada de D. Afonso Henriques e deu a vida pela conquista. É grande o marinheiro que desfraldou as velas, enfrentou doenças e morreu no mar. Definitivamente polémico. Assunto que, certamente, daria para longas horas de discussão numa mesa de café. Por vários dias!
São tantos os portugueses, com os seus defeitos e atributos, que se torna quase impossível chegar a um acordo.
Mas pode-se chegar a uma opinião maioritária. Tal como aconteceu.
No passado Domingo, dia 25 de Março, no programa “Os Grandes Portugueses”, os telespectadores da RTP escolheram, entre 10 finalistas, António de Oliveira Salazar como o português de “todos nós”.
Justo? Ou injusto? São tantas as opiniões favoráveis, contraditórias ou, simplesmente, com a intenção de manifestar posições actuais, que se torna difícil chegar a uma conclusão inequívoca.
Porque aparece o politico Álvaro Cunhal como o principal opositor ao regime salazarista, ao invés de, por exemplo, Humberto Delgado, o general sem medo? Politico que combateu ferozmente o Estado Novo, pagando com isso a própria vida.
Porque aparece D. Afonso Henriques, primeiro Rei de Portugal ao invés de Viriato?
Talvez porque o lusitano guerreiro não chegou a ser português. Não é justificação.
Tanto quanto sabemos, o primeiro Rei de Portugal não é filho de português e quando nasceu em Guimarães, este pertencia a um condado do reino de Leão e Castela. Nasceu espanhol e não sei como se processava, na altura, as duplas nacionalidades.
Não interessa muito quem está ou quem deveria estar. É resultado de uma votação e escolhas sem critério científico ou demagógico. É um concurso de televisão.
Porque, rigorosamente, o Grande Português somos todos nós. São todos os que nos antecederam e todos os que estão ainda por vir. É grande aquele que correu à frente da espada de D. Afonso Henriques e deu a vida pela conquista. É grande o marinheiro que desfraldou as velas, enfrentou doenças e morreu no mar. É grande o pedreiro que lascou as mãos na pedra que reconstruiu Lisboa. É grande o soldado que morreu no Ultramar ou juntou-se aos que enfrentaram o regime. É grande a mãe que se encheu de coragem para me trazer a este mundo. É grande o pai que me ensinou, deu-me de comer e me criou contra todas as dificuldades.
É "O Grande Português" o filho que a minha esposa traz no ventre. O meu "Grande Português". E o meu voto nele é incontestável.
São tantos os portugueses, com os seus defeitos e atributos, que se torna quase impossível chegar a um acordo.
Mas pode-se chegar a uma opinião maioritária. Tal como aconteceu.
No passado Domingo, dia 25 de Março, no programa “Os Grandes Portugueses”, os telespectadores da RTP escolheram, entre 10 finalistas, António de Oliveira Salazar como o português de “todos nós”.
Justo? Ou injusto? São tantas as opiniões favoráveis, contraditórias ou, simplesmente, com a intenção de manifestar posições actuais, que se torna difícil chegar a uma conclusão inequívoca.
Certo e inequivoco são os 41% que deram a vitória ao estadista. Sim, a mesma personalidade, que se hoje existisse, não permitiria que alguém se desse ao desplante de pegar no telefone e desse a sua opinião sobre coisa alguma, muito menos sobre este assunto. E se o permitisse, então por alguma obra do acaso esses resultados nunca seriam menores de 90%, se não 99,9%.
Discutivel, claro. Razões e argumentos não faltarão para analisar tanto a votação como a elaboração deste "sufrágio". Porque podia haver mais.
Porque aparece o politico Álvaro Cunhal como o principal opositor ao regime salazarista, ao invés de, por exemplo, Humberto Delgado, o general sem medo? Politico que combateu ferozmente o Estado Novo, pagando com isso a própria vida.
Porque aparece D. Afonso Henriques, primeiro Rei de Portugal ao invés de Viriato?
Talvez porque o lusitano guerreiro não chegou a ser português. Não é justificação.
Tanto quanto sabemos, o primeiro Rei de Portugal não é filho de português e quando nasceu em Guimarães, este pertencia a um condado do reino de Leão e Castela. Nasceu espanhol e não sei como se processava, na altura, as duplas nacionalidades.
Não interessa muito quem está ou quem deveria estar. É resultado de uma votação e escolhas sem critério científico ou demagógico. É um concurso de televisão.
Porque, rigorosamente, o Grande Português somos todos nós. São todos os que nos antecederam e todos os que estão ainda por vir. É grande aquele que correu à frente da espada de D. Afonso Henriques e deu a vida pela conquista. É grande o marinheiro que desfraldou as velas, enfrentou doenças e morreu no mar. Definitivamente polémico. Assunto que, certamente, daria para longas horas de discussão numa mesa de café. Por vários dias!
São tantos os portugueses, com os seus defeitos e atributos, que se torna quase impossível chegar a um acordo.
Mas pode-se chegar a uma opinião maioritária. Tal como aconteceu.
No passado Domingo, dia 25 de Março, no programa “Os Grandes Portugueses”, os telespectadores da RTP escolheram, entre 10 finalistas, António de Oliveira Salazar como o português de “todos nós”.
Justo? Ou injusto? São tantas as opiniões favoráveis, contraditórias ou, simplesmente, com a intenção de manifestar posições actuais, que se torna difícil chegar a uma conclusão inequívoca.
Porque aparece o politico Álvaro Cunhal como o principal opositor ao regime salazarista, ao invés de, por exemplo, Humberto Delgado, o general sem medo? Politico que combateu ferozmente o Estado Novo, pagando com isso a própria vida.
Porque aparece D. Afonso Henriques, primeiro Rei de Portugal ao invés de Viriato?
Talvez porque o lusitano guerreiro não chegou a ser português. Não é justificação.
Tanto quanto sabemos, o primeiro Rei de Portugal não é filho de português e quando nasceu em Guimarães, este pertencia a um condado do reino de Leão e Castela. Nasceu espanhol e não sei como se processava, na altura, as duplas nacionalidades.
Não interessa muito quem está ou quem deveria estar. É resultado de uma votação e escolhas sem critério científico ou demagógico. É um concurso de televisão.
Porque, rigorosamente, o Grande Português somos todos nós. São todos os que nos antecederam e todos os que estão ainda por vir. É grande aquele que correu à frente da espada de D. Afonso Henriques e deu a vida pela conquista. É grande o marinheiro que desfraldou as velas, enfrentou doenças e morreu no mar. É grande o pedreiro que lascou as mãos na pedra que reconstruiu Lisboa. É grande o soldado que morreu no Ultramar ou juntou-se aos que enfrentaram o regime. É grande a mãe que se encheu de coragem para me trazer a este mundo. É grande o pai que me ensinou, deu-me de comer e me criou contra todas as dificuldades.
É "O Grande Português" o filho que a minha esposa traz no ventre. O meu "Grande Português". E o meu voto nele é incontestável.
Jornalistas Desportivos sem "tomates"
O mais caricato que encontro nas páginas dos jornais desportivos são os artigos de opinião.
"Ah, vamos criar um espaço no jornal para publicar opiniões de diversos jornalistas e/ou convidados sobre temas relevantes ao nível do desporto." "Boa, bora lá!"
Mas além das estatísticas, classificações, resultados e outros factos, baseados em números concretos e comprovados, existe mais alguma coisa senão a opinião daqueles que escrevem, diariamente, os jornais desportivos?
Não lhes retiro esse direito mas não lhes concedo razão às suas obrigações. O jornalista não só deverá contribuir com a sua opinião, mas deveria, sobretudo, "mostrar" noticia.
Não lhe peço que me informe sobre o homem que mordeu o cão, nem que se limita à resposta objectiva e directa dos 5 quês: Como, Quando, Onde, Quem e Porquê (não necessariamente por esta ordem). Mas que seja aquela que procura a verdade, que faça de interlocutor entre o público e o entrevistado, pergunte o que em geral todos nós gostaríamos de ver respondido.
Isto não é um pedido para que o jornalista seja inquisidor, julgador e carrasco. É antes uma solicitação para "tocar na ferida", "acordar a besta", trazer cá para fora a noticia que está escondida, a informação relevante que teima em ser esquecida ou deturpada.
Senão vejamos, um jornalista (chamem-lhe entrevistador se preferirem) no fim de um jogo de futebol, frente a frente com o treinador da equipa que perdeu, em vez de tentar obter as resposta que interessam saber, limita-se a questionar aquilo que nós todos já conhecemos como resposta e que, em grande parte, é a mesma resposta que ouvimos todos os fins de semana.
Jornalista - A sua equipa perdeu. Agora está mais difícil alcançar o primeiro lugar?
Nem me vou dar ao trabalho de transcrever a resposta do treinador. É óbvia demais e, de certeza, não vem trazer nada de novo ao receptor dessa informação. É claro que fica mais difícil alcançar o primeiro lugar. A não ser que sejamos tão ignorantes e analfabetos que não percebemos que a ideia do jornalista era obter outras respostas. Talvez como estas:
Jornalista - A sua equipa perdeu. Agora está mais difícil alcançar o primeiro lugar?
Treinador - De forma alguma. Agora até está mais fácil. Estão todos a pensar como o senhor e vamos apanhá-los de surpresa!
Jornalista - Tiveram algumas oportunidades mas, no momento final, não conseguiram finalizar?
Treinador - Perfeitamente mentira! Nós finalizámos e muito! Não estava era ninguém a ver, por isso não contou.
Jornalista - O que espera fazer agora no próximo jogo?
Treinador - Perder! Apostei com a minha prima que perdíamos 6 jogos. E como falta um...
Não digo que o jornalista não faça perguntas inteligentes, como saber o que o treinador vai dizer aos jogadores no balneário ou se o jogo anterior terá prejudicado o rendimento dos jogadores, pois são respostas que só o treinador nos poderá dar. Mas, ainda assim, não deixam de ser naturais. Não sabemos especificamente o que ele vai dizer (nem o próprio porque na altura até pode alterar o seu discurso e a noticia deixa de ser rigorosa) mas sabemos que não será boa coisa.
Façam perguntas que realmente valham a pena. Porque é que fez uma substituição que veio a revelar-se infrutífera? Porque joga jogador "x" se não produz em campo?
Provavelmente as respostas dos treinadores não serão muitos agradáveis. Ele é que decide, ele toma as decisões com base no que tem à disposição, etc. Continuem! Insistem!
Sabemos porque não o fazem. Das duas uma, ou cobardia ou "graxa". Não há "tomates" para chegar ao âmago da questão. Limita-se ao óbvio e fácil e preenche-se programação noticiosa e papel de jornal.
"Ah, vamos criar um espaço no jornal para publicar opiniões de diversos jornalistas e/ou convidados sobre temas relevantes ao nível do desporto." "Boa, bora lá!"
Mas além das estatísticas, classificações, resultados e outros factos, baseados em números concretos e comprovados, existe mais alguma coisa senão a opinião daqueles que escrevem, diariamente, os jornais desportivos?
Não lhes retiro esse direito mas não lhes concedo razão às suas obrigações. O jornalista não só deverá contribuir com a sua opinião, mas deveria, sobretudo, "mostrar" noticia.
Não lhe peço que me informe sobre o homem que mordeu o cão, nem que se limita à resposta objectiva e directa dos 5 quês: Como, Quando, Onde, Quem e Porquê (não necessariamente por esta ordem). Mas que seja aquela que procura a verdade, que faça de interlocutor entre o público e o entrevistado, pergunte o que em geral todos nós gostaríamos de ver respondido.
Isto não é um pedido para que o jornalista seja inquisidor, julgador e carrasco. É antes uma solicitação para "tocar na ferida", "acordar a besta", trazer cá para fora a noticia que está escondida, a informação relevante que teima em ser esquecida ou deturpada.
Senão vejamos, um jornalista (chamem-lhe entrevistador se preferirem) no fim de um jogo de futebol, frente a frente com o treinador da equipa que perdeu, em vez de tentar obter as resposta que interessam saber, limita-se a questionar aquilo que nós todos já conhecemos como resposta e que, em grande parte, é a mesma resposta que ouvimos todos os fins de semana.
Jornalista - A sua equipa perdeu. Agora está mais difícil alcançar o primeiro lugar?
Nem me vou dar ao trabalho de transcrever a resposta do treinador. É óbvia demais e, de certeza, não vem trazer nada de novo ao receptor dessa informação. É claro que fica mais difícil alcançar o primeiro lugar. A não ser que sejamos tão ignorantes e analfabetos que não percebemos que a ideia do jornalista era obter outras respostas. Talvez como estas:
Jornalista - A sua equipa perdeu. Agora está mais difícil alcançar o primeiro lugar?
Treinador - De forma alguma. Agora até está mais fácil. Estão todos a pensar como o senhor e vamos apanhá-los de surpresa!
Jornalista - Tiveram algumas oportunidades mas, no momento final, não conseguiram finalizar?
Treinador - Perfeitamente mentira! Nós finalizámos e muito! Não estava era ninguém a ver, por isso não contou.
Jornalista - O que espera fazer agora no próximo jogo?
Treinador - Perder! Apostei com a minha prima que perdíamos 6 jogos. E como falta um...
Não digo que o jornalista não faça perguntas inteligentes, como saber o que o treinador vai dizer aos jogadores no balneário ou se o jogo anterior terá prejudicado o rendimento dos jogadores, pois são respostas que só o treinador nos poderá dar. Mas, ainda assim, não deixam de ser naturais. Não sabemos especificamente o que ele vai dizer (nem o próprio porque na altura até pode alterar o seu discurso e a noticia deixa de ser rigorosa) mas sabemos que não será boa coisa.
Façam perguntas que realmente valham a pena. Porque é que fez uma substituição que veio a revelar-se infrutífera? Porque joga jogador "x" se não produz em campo?
Provavelmente as respostas dos treinadores não serão muitos agradáveis. Ele é que decide, ele toma as decisões com base no que tem à disposição, etc. Continuem! Insistem!
Sabemos porque não o fazem. Das duas uma, ou cobardia ou "graxa". Não há "tomates" para chegar ao âmago da questão. Limita-se ao óbvio e fácil e preenche-se programação noticiosa e papel de jornal.
21 fevereiro, 2007
Garantias electrodomésticos
Aí está a minha primeira observação... pertinente... acho!
As garantias dos electrodomésticos. Já me questionei diversas vezes sobre o assunto e, hoje, voltei a marinar sobre o tema.
Quem não se lembra da máquina de lavar roupa dos pais que servia uma familia inteira diariamente, durante anos, e lavava, centrifugava, rodava, balançava e fazia um xinfrim do caneco e não havia maneira de avariar? Algumas acabavam por passar para os filhos ou, só quando a ferrugem já era a cor geral do equipamento, passava à reforma num ferro velho ou como casota para gatos num quintal qualquer. Bela maquinaria! E, quem fala na de lavar, também pode incluir o frigorifico, a geleira, o micro-ondas... bem, este talvez seja muito recente mas, uma coisa é certa, que o raio da maquinaria durava, durava, durava... e não era a pilhas!!
Ora, hoje ao sair de casa, e pelo segundo dia consecutivo, vejo uma carro de assistência da Vulcano, curiosamente, a marca do meu e provavelmente da maioria da população. Epá!! Morando num bairro novo, em que os andares vinham recheados com electrodomésticos, já com avarias registadas, actualmente, em frigorifico, máquina de lavar loiça, máquina de lavar roupa, micro-ondas, forno e placa, todos da Teka... Um gajo do esquentador?! Mau sinal!
Bem, verdade seja dita, as máquinas, actualmente, são mais eficientes, mais práticas. Poupam-nos horas com as diversas opções que disponibilizam. Podemos, hoje, fazer coisas sem sequer estar presentes em casa graças à programação horária.Fabulástico! E depois, o que avaria? O programador! É, o mais caro obviamente. Alguns até custam metade da máquina!
Mas, sinceramente, quem espera que as coisas materiais durem uma eternidade hoje em dia? Eu já estou vacinado e também sei que a mensalidade, para pagar a máquina, ultrapassa, largamente, a vida útil desta. Doí, mas é uma realidade.
Agora, a garantia. A GARANTIA PÁ!!! Essa é que não me conformo! Podia até não haver garantia e saber com que contava, mas dizerem-me que a garantia é de 2 anos, ou os anos que forem, e o camandro do aparelho avariar aos 24 meses e um dia!!! Ras'que o parta a garantia!
Não me gozem. Estou plenamente convencido que instalaram um raio de um chip na máquina para provocar uma avaria logo após o termino da garantia. Ai tou tou. Para mim é um facto irreversivel e possivel de ser comprovado. Ah, mas o frigorifico de fulano é da mesma marca e ainda está para as curvas! - diz fulcrano, dono da sabedoria, fezudo na era informática e na honestidade do mundo. O tanas! Essa máquina é exactamente o exemplo da existência de erro humano em tudo o que é feito pelo Homem. A única máquina que funciona, em outras dez iguais, é aquela em que, em vez de avariar o programador, avaria o chip que supostamente provocaria a desgraça. Ganda sorte, a do gajo que possui essa máquina!! Temporariamente, claro. É só até receber um telefonema da esposa a dizer que a bela da tv pifou e juntar-se ao clube dos descontentes com as garantias, eh, eh.
Conclusão. Como espero ver o gajo do esquentador pela zona mais vezes, vou já pedir-lhe um cartãozito, porque, sem fogão ainda me safo, mas a xeirar mal, sem poder tomar banhoca... bem, não vos dou a garantia!!!
Passem bem
As garantias dos electrodomésticos. Já me questionei diversas vezes sobre o assunto e, hoje, voltei a marinar sobre o tema.
Quem não se lembra da máquina de lavar roupa dos pais que servia uma familia inteira diariamente, durante anos, e lavava, centrifugava, rodava, balançava e fazia um xinfrim do caneco e não havia maneira de avariar? Algumas acabavam por passar para os filhos ou, só quando a ferrugem já era a cor geral do equipamento, passava à reforma num ferro velho ou como casota para gatos num quintal qualquer. Bela maquinaria! E, quem fala na de lavar, também pode incluir o frigorifico, a geleira, o micro-ondas... bem, este talvez seja muito recente mas, uma coisa é certa, que o raio da maquinaria durava, durava, durava... e não era a pilhas!!
Ora, hoje ao sair de casa, e pelo segundo dia consecutivo, vejo uma carro de assistência da Vulcano, curiosamente, a marca do meu e provavelmente da maioria da população. Epá!! Morando num bairro novo, em que os andares vinham recheados com electrodomésticos, já com avarias registadas, actualmente, em frigorifico, máquina de lavar loiça, máquina de lavar roupa, micro-ondas, forno e placa, todos da Teka... Um gajo do esquentador?! Mau sinal!
Bem, verdade seja dita, as máquinas, actualmente, são mais eficientes, mais práticas. Poupam-nos horas com as diversas opções que disponibilizam. Podemos, hoje, fazer coisas sem sequer estar presentes em casa graças à programação horária.Fabulástico! E depois, o que avaria? O programador! É, o mais caro obviamente. Alguns até custam metade da máquina!
Mas, sinceramente, quem espera que as coisas materiais durem uma eternidade hoje em dia? Eu já estou vacinado e também sei que a mensalidade, para pagar a máquina, ultrapassa, largamente, a vida útil desta. Doí, mas é uma realidade.
Agora, a garantia. A GARANTIA PÁ!!! Essa é que não me conformo! Podia até não haver garantia e saber com que contava, mas dizerem-me que a garantia é de 2 anos, ou os anos que forem, e o camandro do aparelho avariar aos 24 meses e um dia!!! Ras'que o parta a garantia!
Não me gozem. Estou plenamente convencido que instalaram um raio de um chip na máquina para provocar uma avaria logo após o termino da garantia. Ai tou tou. Para mim é um facto irreversivel e possivel de ser comprovado. Ah, mas o frigorifico de fulano é da mesma marca e ainda está para as curvas! - diz fulcrano, dono da sabedoria, fezudo na era informática e na honestidade do mundo. O tanas! Essa máquina é exactamente o exemplo da existência de erro humano em tudo o que é feito pelo Homem. A única máquina que funciona, em outras dez iguais, é aquela em que, em vez de avariar o programador, avaria o chip que supostamente provocaria a desgraça. Ganda sorte, a do gajo que possui essa máquina!! Temporariamente, claro. É só até receber um telefonema da esposa a dizer que a bela da tv pifou e juntar-se ao clube dos descontentes com as garantias, eh, eh.
Conclusão. Como espero ver o gajo do esquentador pela zona mais vezes, vou já pedir-lhe um cartãozito, porque, sem fogão ainda me safo, mas a xeirar mal, sem poder tomar banhoca... bem, não vos dou a garantia!!!
Passem bem
Missão
Já era sem tempo!
Finalmente inicio a minha, importante, missão: escrever breves relatórios sobre tudo um pouco com base na minha observação, conhecimento e experiência adquirida. Sim, sobre tudo. Desde o mais insignificante, mas pertinente, ao mais importante e de conhecimento geral.
Qual o objectivo? Não é segredo nenhum. Sou mensageiro de uma raça alienigena...
Ri-te, ri-te...
Tenho "carta verde" dos meus superiores para abrir a boca ao vento, sem restrições, mesmo que isso implique revelar a minha identidade. Os meus superiores querem opiniões sinceras e racionais, do quotidiano português e mundial, do seu melhor agente de campo, com a finalidade de conhecer a nossa evolução social.
Eu sou o E.T. Tuga e estou a observar-vos...
Finalmente inicio a minha, importante, missão: escrever breves relatórios sobre tudo um pouco com base na minha observação, conhecimento e experiência adquirida. Sim, sobre tudo. Desde o mais insignificante, mas pertinente, ao mais importante e de conhecimento geral.
Qual o objectivo? Não é segredo nenhum. Sou mensageiro de uma raça alienigena...
Ri-te, ri-te...
Tenho "carta verde" dos meus superiores para abrir a boca ao vento, sem restrições, mesmo que isso implique revelar a minha identidade. Os meus superiores querem opiniões sinceras e racionais, do quotidiano português e mundial, do seu melhor agente de campo, com a finalidade de conhecer a nossa evolução social.
Eu sou o E.T. Tuga e estou a observar-vos...
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